A vida parece estar passando em câmera lenta, e tudo parece ser uma cena de filme, mas não um filme que prende a sua atenção e deixa-te ansiosa para saber o final, mas sim aquele filme sem graça, que serve para fazer fundo enquanto fazes algo mais interessante. O único problema é que não ando fazendo algo mais interessante. O que me resta é assistir o filme sem prestar atenção, apenas olhando enquanto não acho nada melhor.
O que me incomoda, não é o a frieza e a indiferença com que ando observando as coisas ao meu redor, e sim a indiferença com que ando levando a minha vida. Não me importo em estar levando uma vida monótona, sem grandes aventuras. O que me incomoda é que essa vida parece não ser minha, parece que estou vendo tudo de cima, vivendo a alegria e os dramas alheios. Nesse momento não sou mais que uma mera espectadora, não muito interessada, que não se importa se o final dessa história vai ser ou não feliz.
Passei a vida inteira, pensando em como seria divertido ser independente, livre de qualquer prestação de contas, mas agora que consegui, tudo me parece tão distante. Sinto vontade de me libertar de tudo que me prende a isso, mas não sei o que me prende e nem mesmo como fazer para soltar as amarras.
Olhando para trás vejo um passado confortante, como erros e acertos que me fazem rir, chorar, coisas que não me sinto capaz de fazer, não na vida que ando vivendo. A vida de um estranha. Será que isso é só mais uma das fases que passo ? Será que devo me acostumar ? Perguntas como essas ecoam em minha mente, todas sem respostas, ou com as mesmas de sempre. Nada que realmente me satisfaça.
Não sei ao certo como concertar, para ser sincera não sei nem onde errei para que tudo chegasse a esse ponto, a única coisa que realmente tenho certeza no momento, é de que preciso mudar tudo isso. Preciso deixar de ser uma mera espectadora de minha própria vida e passar a vive-la, do jeito que sempre quis fazer, da maneira como sempre preguei. Viver, não importa a maneira nem as consequências, o que realmente importa é viver intensamente, sem desperdiçar um minuto se quer, com coisas que não valham a pena para você. Assim que conseguir fazer isso, volto a ter em mãos as rédias de minha vida, e volto a ser eu. Antes disso assisto o filme sem prestar muita atenção, fingindo sorrisos, e as vezes até lagrimas...
O que me incomoda, não é o a frieza e a indiferença com que ando observando as coisas ao meu redor, e sim a indiferença com que ando levando a minha vida. Não me importo em estar levando uma vida monótona, sem grandes aventuras. O que me incomoda é que essa vida parece não ser minha, parece que estou vendo tudo de cima, vivendo a alegria e os dramas alheios. Nesse momento não sou mais que uma mera espectadora, não muito interessada, que não se importa se o final dessa história vai ser ou não feliz.
Passei a vida inteira, pensando em como seria divertido ser independente, livre de qualquer prestação de contas, mas agora que consegui, tudo me parece tão distante. Sinto vontade de me libertar de tudo que me prende a isso, mas não sei o que me prende e nem mesmo como fazer para soltar as amarras.
Olhando para trás vejo um passado confortante, como erros e acertos que me fazem rir, chorar, coisas que não me sinto capaz de fazer, não na vida que ando vivendo. A vida de um estranha. Será que isso é só mais uma das fases que passo ? Será que devo me acostumar ? Perguntas como essas ecoam em minha mente, todas sem respostas, ou com as mesmas de sempre. Nada que realmente me satisfaça.
Não sei ao certo como concertar, para ser sincera não sei nem onde errei para que tudo chegasse a esse ponto, a única coisa que realmente tenho certeza no momento, é de que preciso mudar tudo isso. Preciso deixar de ser uma mera espectadora de minha própria vida e passar a vive-la, do jeito que sempre quis fazer, da maneira como sempre preguei. Viver, não importa a maneira nem as consequências, o que realmente importa é viver intensamente, sem desperdiçar um minuto se quer, com coisas que não valham a pena para você. Assim que conseguir fazer isso, volto a ter em mãos as rédias de minha vida, e volto a ser eu. Antes disso assisto o filme sem prestar muita atenção, fingindo sorrisos, e as vezes até lagrimas...
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